O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) voltou a causar forte repercussão ao comentar a mobilização contra figuras da esquerda que, segundo ele, teriam celebrado a morte do ativista conservador americano Charlie Kirk. Em seu discurso, Gayer afirmou que não se trata apenas de extremismo, mas de um comportamento de “verdadeiros psicopatas”.
Segundo o parlamentar, a onda de cancelamentos, demissões e até cassação de vistos de pessoas que zombaram da morte de Kirk representa uma mudança importante na forma como o mundo lida com a militância radical. “Essas pessoas viviam em uma bolha. Acreditavam que torcer pela morte de alguém ou até mesmo ameaçar matar conservadores era normal. Agora estão descobrindo que o mundo não aceita isso”, declarou.
Peninha, médicos e casos polêmicos
Durante a fala, Gayer citou o caso do escritor conhecido como Peninha, que teve eventos cancelados, perdeu contrato com patrocinadores e deixou de integrar um podcast após debochar da morte de Charlie Kirk. O deputado destacou ainda a existência de declarações graves, como a confissão do próprio Peninha de que teria tentado atropelar idosas em manifestações de direita. “Ele admitiu uma tentativa de assassinato em rede nacional. Isso não é extremismo, é psicopatia”, criticou.
Gayer também mencionou médicos que teriam perdido credenciais e outros nomes ligados à esquerda que, de acordo com ele, correm risco de deportação dos Estados Unidos por incitarem ódio contra conservadores. “Se um profissional celebra assassinato, como confiar que ele salvaria a vida de alguém com uma cruz no pescoço em uma mesa de cirurgia?”, questionou.
Críticas a Felipe Neto e alerta sobre vistos nos EUA
Outro alvo do deputado foi o influenciador Felipe Neto, que, apesar das críticas frequentes aos Estados Unidos, estaria residindo e circulando livremente no país. Para Gayer, a política americana tende a punir todos os que desrespeitam seus valores e comemoram mortes políticas. “Nenhum país vai permitir a entrada de psicopatas que representam risco à vida dos seus cidadãos”, afirmou.
“Momento sombrio”
Encerrando seu discurso, Gayer reforçou que não se trata de divergência ideológica, mas de uma escalada perigosa. “Debater diferenças é parte da democracia. Mas ameaçar de morte e zombar do assassinato de pessoas não é política, é psicopatia. Estamos vivendo um momento muito sombrio no Brasil e no mundo”, concluiu.












