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Eduardo Bolsonaro defende anistia ampla e critica Alexandre de Moraes: “É a única forma de pacificar o Brasil”

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu, em novo pronunciamento, a adoção de uma anistia ampla, geral e irrestrita, com marco inicial em 2019, quando foi criado o inquérito das fake news no STF. Para ele, qualquer proposta de “anistia light” ou redução de pena para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro não resolveria o problema das perseguições políticas.

Críticas a Alexandre de Moraes

Eduardo afirmou que o ministro do STF Alexandre de Moraes continuará a perseguir adversários se a anistia for restrita. Segundo ele, o magistrado abriu inquéritos sem relação com os eventos de 8 de janeiro, como os que atingem Carlos Bolsonaro, Alexandre Ramagem e até a juíza Ludmila Lins Grilo, que deixou o país após bloqueio de proventos.

“O jogo muda”

Na visão do parlamentar, uma anistia plena enfraqueceria o poder de Moraes, que já não ocupa a presidência do TSE, e abriria espaço para maior liberdade de expressão nas redes sociais e para novas candidaturas em 2026. “O que queremos é virar a página e pacificar o Brasil”, declarou.

Comparação com a anistia de 1979

Eduardo comparou a proposta com a anistia da ditadura militar, que beneficiou inclusive envolvidos em sequestros e atentados. Para ele, a atual medida seria “muito mais suave e justa”, já que busca corrigir o que classifica como abusos de autoridade cometidos pelo Judiciário.

Unidade contra divisões

O deputado alertou contra soluções individuais e pediu coesão no campo conservador:

“Ou estamos todos juntos, ou é cada um por si. E é justamente o cada um por si que os nossos inimigos desejam, porque divididos somos mais fracos.”

Fim dos inquéritos e responsabilização

Eduardo Bolsonaro defendeu o encerramento imediato dos inquéritos conduzidos por Moraes e a responsabilização de autoridades por abuso. Ele citou denúncias de figuras como Eduardo Tagliaferro, David Ágape, Glenn Greenwald e Michael Shellenberger na “Vazajato” e no “Twitter Files Brasil” como provas de irregularidades.

O deputado finalizou pedindo bênçãos divinas às autoridades e reforçando:

“A anistia deve ser ampla, geral e irrestrita, começando em 2019. Esse é o único caminho para pacificar o Brasil.”

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