Deputado afirma que o ministro do STF articulou estratégia para blindar Moraes e agora teme sanções internacionais
O deputado federal Gustavo Gayer voltou a criticar duramente o Supremo Tribunal Federal (STF). Em vídeo recente, ele afirmou que o verdadeiro mentor por trás da atuação de Alexandre de Moraes não seria o próprio ministro, mas sim Gilmar Mendes.
Segundo Gayer, Gilmar teria explorado a vaidade e a coragem de Moraes para colocá-lo como “a face pública da defesa da democracia”, garantindo, nos bastidores, apoio dentro da Corte para validar todas as suas decisões.
Estratégia de poder no STF
De acordo com o parlamentar, Gilmar Mendes prometeu a Moraes que teria sempre os votos necessários — tanto no plenário quanto nas turmas do STF — para legitimar suas ações, mesmo as consideradas autoritárias.
Essa articulação, segundo Gayer, estaria em curso desde 2019.
O peso das sanções internacionais
O ponto central da denúncia de Gayer envolve a chamada Lei Magnitsky, legislação norte-americana que prevê sanções contra indivíduos acusados de violações de direitos humanos.
O deputado destacou que Alexandre de Moraes, sua esposa e empresas ligadas a ele já estariam na lista de sancionados, e que novos nomes, como Flávio Dino e o próprio Gilmar Mendes, podem ser os próximos alvos.
Bancos brasileiros sob pressão
Outro aspecto levantado pelo deputado é a situação dos bancos brasileiros.
Segundo ele, instituições financeiras que não cumprirem as determinações dos Estados Unidos podem sofrer multas bilionárias e até perder acesso ao sistema internacional, incluindo bandeiras de cartão de crédito como Visa e Mastercard.
Para Gayer, a fala de Gilmar Mendes de que “nada mudou” na vida de Moraes seria, na prática, uma confissão de que os bancos não aplicaram as sanções como deveriam.
“Clima de desespero” no Supremo
Na avaliação do parlamentar, a movimentação atual do STF para tentar se blindar contra punições demonstra um clima de desespero nos bastidores.
Ele reforçou que os próximos meses serão decisivos e que “os tempos mudaram”, apontando que a pressão internacional tende a se intensificar.
Conclusão
As declarações de Gustavo Gayer reacendem o debate sobre os rumos do STF, a influência de Gilmar Mendes e o impacto das sanções internacionais na política brasileira.
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