O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou que a pauta da anistia seguirá adiante nesta semana e garantia ter maioria de votos para aprová-la, após a condenação de Jair Bolsonaro. Gayer acusou o governo de reagir com estratégias de compra e intimidação — liberando emendas e oferecendo cargos — para controlar parlamentares contrários ao projeto.
Denúncia sobre emendas e “compra de votos”

O parlamentar definiu o mecanismo das emendas como “a forma mais podre de manipulação do Congresso”, afirmando que deputados e senadores usam recursos públicos para angariar votos e fidelizar prefeitos e vereadores. Para Gayer, emendas deveriam ser extintas: “O Brasil só avança quando acabar essa porcaria de emenda”, disse.
Batalha política e mobilização
Gayer também explicou sua decisão de não usar emendas pessoais e anunciou que partirá para uma “batalha muito séria” para aprovar a anistia, denunciando ameaças do governo a aliados de parlamentares favoráveis. O posicionamento reforça o clima de tensão entre base aliada e Executivo na tramitação de propostas polêmicas.









