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Eduardo Bolsonaro Critica Propostas de Anistia e Acusa Alexandre de Moraes de Perseguição

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez duras críticas à proposta de anistia defendida pelo relator do tema, Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Segundo Eduardo, a narrativa de pacificação apresentada pelo parlamentar e aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não passa de uma tentativa de manter perseguições políticas contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Eduardo questionou se seria justo reduzir penas em casos que, na sua visão, já representam arbitrariedades. Como exemplo, citou a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, que teria recebido 14 anos de prisão por escrever com batom em uma estátua.
“Seria justo reduzir para 7 anos? É óbvio que não”, afirmou.

Críticas a Temer, Neves e Paulinho da Força

O deputado também criticou a aproximação de Paulinho da Força com nomes como Michel Temer e o ex-presidente da Câmara, Neves, lembrando que Temer já teria descumprido um acordo anterior, após o 7 de setembro de 2021.
“Por que confiar novamente em quem não cumpriu sua palavra no passado?”, questionou.

Acusações a Alexandre de Moraes

Eduardo Bolsonaro foi além e acusou o ministro Alexandre de Moraes de tentar “infernizar a vida de Jair Bolsonaro”, chegando a compará-lo a Adélio Bispo, autor do atentado de 2018.
“Ele quer matar Bolsonaro psicologicamente. Não há diferença entre Moraes e Adélio, a não ser o poder da caneta”, disparou.

Defesa de Anistia Ampla

Na avaliação do deputado, a única forma de pacificação real é a aprovação de uma anistia ampla, geral e irrestrita para todos os fatos relacionados desde 2019, ano em que começaram os chamados “inquéritos das fake news”.
Segundo ele, o regime atual visa retirar Bolsonaro da eleição do próximo ano e tornar inelegíveis outras lideranças da direita, como ele próprio.

Eduardo citou ainda casos de jornalistas e apoiadores perseguidos, como Daniel Silveira, Alan dos Santos, Rodrigo Constantino e Guilherme Fiúza, além de juízes como Ludmila Lisgro.

Encerrando sua fala, o deputado reforçou sua posição:

“Nunca estive tão certo de que a decisão mais simples é votar contra qualquer redução de pena e a favor unicamente da anistia ampla, geral e irrestrita.”

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