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Gustavo Gayer alerta para “sequestro ideológico” nas escolas e pede vigilância dos pais

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) reafirmou o motivo que o levou a entrar na política: a defesa da família e a proteção dos filhos contra o que chama de sequestro ideológico nas escolas e universidades. Em vídeo divulgado, Gayer contou que militantes “travestidos de professores” teriam tentado corromper a mente de seus filhos, estimulando o consumo de drogas, o aborto e a rejeição de valores cristãos — fatos que, segundo ele, motivaram sua atuação pública.

Geração Z, radicalização universitária e o caso Charlie Kirk

Gayer citou pesquisa estadunidense apontando queda na rejeição à violência política entre gerações mais jovens — apenas 58% da Geração Z consideraria a violência política inaceitável — e relacionou o fenômeno à radicalização ocorrida em universidades. O deputado mencionou o caso do jovem que assassinou Charlie Kirk, lembrando que, em um ano na faculdade, o estudante teria se tornado “radicalizado” e cometido um crime brutal. Para Gayer, “o lugar mais perigoso hoje para colocar nossos filhos é dentro de uma sala de aula ou na faculdade”.

Denúncias em sala de aula e apelo à ação dos pais

O parlamentar denunciou episódios extremos, como professora no Canadá que teria exibido vídeo do assassinato de Kirk para alunos de 10 anos, provocando trauma. Ele alertou que uma minoria de docentes usa a posição de educador para doutrinar crianças contra família, autoridade e fé. “Esses militantes transformam seus filhos em potenciais assassinos”, afirmou, pedindo leis mais rigorosas e responsabilização dos envolvidos.

Orientação prática: proximidade e fiscalização

Gayer dedicou parte do discurso a recomendações práticas: acompanhar os estudos dos filhos, saber o que é ensinado em sala, limitar o acesso precoce a redes sociais e manter diálogo aberto. “Conviva com seus filhos, esteja próximo. Há uma janela de comunicação que precisa ser aproveitada”, disse o deputado, que concluiu: “Mais importante do que demitir extremistas é proteger nossas crianças”.

Risco à democracia e ao futuro

Para o deputado, a captura ideológica de jovens não é apenas um problema educacional, mas uma ameaça à reprodução de valores e à própria sobrevivência política de correntes conservadoras. Ele defendeu medidas de fiscalização e mobilização das famílias para enfrentar o que chamou de “ideologia assassina” disseminada em ambientes acadêmicos.

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