O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez um discurso marcado por desabafo pessoal, críticas ao PT e apelo por unidade entre conservadores. O parlamentar contou ter ouvido de colegas que sua possível candidatura ao governo de Minas Gerais poderia ser “barrada pelo sistema”, pois, segundo ele, “o PT não deixaria”. Para Nikolas, o Brasil não enfrenta apenas adversários políticos, mas sim “criminosos cuja base ideológica é o extermínio e a revolução”.
Defesa da missão política e unidade conservadora
Nikolas afirmou não ser “covarde nem omisso” e ressaltou que cada ator do campo conservador tem um papel: jornalistas, empresários, lideranças religiosas e políticos. Ele citou exemplos dos Estados Unidos, como os movimentos ligados a Donald Trump, Elon Musk e a plataforma Daily Wire, lembrando que, apesar dos atritos, há um chamado à unidade. “Unidade não é como eles pregam aqui para derrubar Bolsonaro, mas sim reconhecer que cada um tem sua missão”, declarou.
Fé, esperança e enfrentamento ao comunismo
Em tom emocionado, o deputado disse ter chorado e refletido sobre os desafios recentes, mas afirmou manter paz interior ao lembrar que “maior é o que está em nós do que o que está no mundo”. Para ele, a política deve ser instrumento de coragem e não de omissão. Nikolas reforçou a necessidade de resgatar valores cristãos, familiares e morais, defendendo que a direita deve ser firme. “Comunista precisa voltar a ter medo. Se querem nos chamar de extrema direita, sejamos a extrema direita que eles tanto temem: a que confia em Cristo, é honesta, defende a família e fala a verdade.”
O chamado à resistência
Segundo o deputado, silenciar seria abrir espaço para violência e desumanização. “Quando você deixa de falar, é aí que o país se torna violento. Nós precisamos resistir”, concluiu. Nikolas Ferreira reforçou que seu objetivo é “retomar o Brasil para os brasileiros de verdade” e enfrentar o que classifica como projeto revolucionário da esquerda.











